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Golarrolê: os reis da noite do Recife


Escrito por Abril BrandedContent

Coletivo promove festas que agradam diversos públicos e garantem novas experiências na cidade

Foto: Lana Pinho. Legenda: Ao som de música brasileira, a Odara Ôdesce é uma das mais badaladas festas da noite recifense.

No Recife, a noite é uma festa – ou várias. Na ativa há 11 anos, o selo Golarrolê é referência de música e agito na capital pernambucana para todos os gostos e já tem quase 500 noitadas no currículo. O #hellocidades, projeto da Motorola que busca sugerir novas maneiras de experimentar as cidades em que vivemos, convida você para conhecer quem está por trás da agenda de farras da produtora pernambucana. E, é claro, para participar da diversão.

Em 2006, Allana Marques e Lucas Logiovine decidiram fazer uma festa que tocasse o que eles gostavam de ouvir – house, techno e eletro. Da vontade, surgiu a Putz!, festa que deu início ao que hoje é a Golarrolê, encabeçada pela empresária, produtora e DJ, em parceria com Logiovine, sócio e também produtor.

“A Putz! existe até hoje e continua sendo a nossa favorita, mas a partir da mesma necessidade do início, as nossas outras festas foram surgindo, parcerias foram se formando e hoje temos um leque de eventos”, conta Allana Marques.

Hoje, a produtora é a responsável pela Maledita, Odara Ôdesce, Brega Naite, Neon Rocks,  Reveião Golarrolê, que fecha o ano, e, claro, a própria Putz!. Como festa pouca é bobagem, a dupla ainda toca o projeto Golarrolê Outdoors, que acontece nas ruas do Recife, e o CarnaVRAU Golarrolê, que acrescenta mais uma farra à agenda do agitado período momesco da cidade.

Foto: Lana Pinho. Legenda: Ao som de música brasileira, a Odara Ôdesce é uma das mais badaladas festas da noite recifense.

“O que chamamos de CarnaVRAU são as festas que fazemos durante o Carnaval. Atualmente elas acontecem de domingo a terça, mas estamos estudando voltar com a sexta e o sábado na programação de 2018”, diz Allana.

Enquanto o Carnaval não chega, os produtores ainda têm muito trabalho pela frente entre as festas periódicas e o “reveião”, como apelidam a festa de Ano Novo. Entre elas, a já consagrada Odara Ôdesce, que acontece sempre no amplo espaço conhecido como Catamaran (Cais de Santa Rita, s/n), com vista panorâmica da Bacia do Pina, à beira do encontro entre o Rio Capibaribe e o mar.

“No Recife, é difícil encontrar um local que atenda a todas as necessidades que a gente quer suprir e oferecer ao público. Já passamos por tudo que é canto, de boate de flat a casarões no Recife Antigo. Do club mainstream do momento ao tradicional Clube Internacional. Devido ao tamanho do público, a Odara e a Brega Naite se firmaram no Catamaran, e foi o espaço mais astral que encontramos, que combina com o clima das festas. Mas estamos sempre rodando a cidade e procurando novos espaços”, revela a produtora.

Odara Ôdesce, que aposta num setlist repleto de brasilidades, e Brega Naite, noite que homenageia o ritmo tradicional, são os eventos com maior e mais assíduo público. Completamente diferentes nas suas temáticas, cada festa tem seu clima próprio, e o Cataraman assume a atmosfera da ocasião.

A arquiteta Priscila Calazans não perde uma Odara por nada e até escolheu a festa para fazer a sua despedida de solteira. “Já estou com o ingresso da próxima comprado! Uma das coisas mais legais da Odara, pra mim, é a hora que começa: fim de tarde. Além de pegar aquela vista linda no Catamaran, dá pra curtir a balada inteira sem aquele cansaço que bate no fim, deixando a gente dançar até a última música, como se fosse a última festa da vida! As DJs [Allana Marques e Lala K, parceira do evento] são um espetáculo à parte, empolgam do começo ao fim com aquelas músicas brasileiras que você ama. É um dos melhores lugares pra extravasar com os amigos”, avalia.

A festa também é a preferida do jornalista Rafael Sotero. “Fui pela primeira vez há uns cinco anos e nunca mais deixei de ir. A cerveja está sempre gelada, e o Catamaran oferece aquele vento fundamental pra secar o suor de horas na pista — que conta com uma das galeras mais animadas, diga-se de passagem. Mas o melhor fica por conta de Lala K, que parece saber exatamente a música que você quer ouvir naquele momento. Não há, no Recife, outra festa com um setlist tão bom pra dançar e descobrir brasilidades que ficaram esquecidas no tempo”, diz o jornalista e fã da farra.

Foto: Golarrolê/Divulgação. Da esquerda para a direita, Lala K, Allana Marques e Lucas Logiovine comandam festas pela capital.

“Acredito que a música e o público conseguem mudar completamente o clima de uma pista, e é lindo acompanhar e promover essas mudanças. Estamos com fôlego para mais quinhentas festas. A noite é nossa vida, e a pista de dança é nossa casa”, diz Allana.

Se você ainda não conhece as festas da Golarrolê, anote as datas, pegue o celular e confira os eventos no Facebook. Em 2017 ainda há muitas oportunidades para dançar, até o último dia do ano. O preço dos ingressos varia de acordo com a festa. A do Ano-Novo, por exemplo, sai a partir de R$ 150. A Odara Ôdesce custa cerca de R$ 50, dependendo das atrações.

Quando estiver na pista com os amigos, não se esqueça de usar a hashtag #hellocidades nas fotos. Aproveite pra curtir e se reconectar com o Recife dando uma conferida na vista panorâmica do Catamaran e acessando o hellomoto.com.br.

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