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FOMO x JOMO: os comportamentos típicos da era digital


Escrito por Motorola

Como equilibrar o medo de ficar por fora com o prazer de ficar por fora?

Os smartphones foram protagonistas de uma verdadeira revolução na maneira como vivemos. Diariamente nossa atenção é capturada por uma série de possibilidades contidas dentro desses aparelhos — trabalho, compras, transações bancárias, relacionamentos, entretenimento e por aí vai.

Mas viver em uma sociedade hiperconectada tem suas consequências. No começo dos anos 2000 especialistas começaram a identificar uma síndrome que foi chamada de FOMO (Fear of missing out, em português, “medo de ficar por fora”).

Sabe aquela vontade de olhar as fotos das pessoas que você segue no Instagram a cada 5 minutos ou rolar a timeline do Facebook para saber as novidades dos seus amigos? Esses podem ser alguns sinais de FOMO.

Quase 20 anos depois, estamos agora conhecendo o outro lado da história. Esse desejo desenfreado de estar sempre conectado está cedendo lugar para o JOMO (Joy of missing out, em português, “prazer de ficar por fora”), que é a vontade de aproveitar o momento sem a ansiedade de compartilhá-lo nas redes sociais.

A transição de FOMO para JOMO

Muitas pessoas têm tomado a decisão consciente de se afastar um pouco do mundo online para viver o aqui e agora. É o caso da designer Flávia Marinho. Para ela, o JOMO foi surgindo como uma consequência dos períodos em que usou redes sociais excessivamente. “Tenho me sentido muito bem quando vou a um evento e fico tão envolvida que não faço Stories, por exemplo”, analisa.

Já Pedro Cavalcanti, gerente de projetos, entende que o FOMO faz mais parte da sua vida, mas tenta sempre que possível aproveitar a vida fora das telas. “Me vejo acompanhando muito as redes sociais e o que as pessoas vem fazendo. Não sei concluir se é uma boa relação ou não, mas tento interpretar como meu jeito pessoal de encarar as redes”.

E completa: “Agora tento pensar mais em atividades que possam complementar meu dia a dia, conversar mais com meus amigos e marcar programas com eles”.

O gerente de projetos Pedro Cavalcanti e a designer Flávia Marinho buscam equilibrar FOMO e JOMO.
O gerente de projetos Pedro Cavalcanti e a designer Flávia Marinho buscam equilibrar FOMO e JOMO.

Conectado ou desconectado?

Desde o ano passado a Motorola vem criando uma discussão saudável sobre a nossa relação com smartphone, daí surgiu o conceito de phone-life balance. A ideia é incentivar o uso dos aparelhos de modo mais equilibrado e capaz de conectar as pessoas.

Indo por esse caminho, a ideia não é simplesmente abandonar as redes sociais, mas sim encontrar um equilíbrio entre estar conectado e desconectado.

Flavia indica o caminho que ela tem seguido: “Tenho lido algumas coisas sobre os efeitos do uso prolongado de redes sociais, e sei que é algo que precisa ser usado com muito equilíbrio. Acho que ler sobre esse assunto e falar com amigos sobre tem me feito ficar mais equilibrada e ciente. Uma outra atitude que mudou minha vida: seguir apenas perfis de pessoas que me fazem bem, que não me causam ansiedade. Isso é bem importante”.

E você, como tem equilibrado esses dois fenômenos típicos da era digital?

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