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Da Copa das Favelas de braços abertos para o futuro


Escrito por Motorola

Um sonho de criança deve ser levado sempre em conta quando há uma chance de correr atrás dele, não? No último dezembro, a Copa das Favelas deu essa chance a dezenas de jovens que buscam o sonho de se tornar um jogador profissional. E, no mundo dos games, tão concorrido e disputado, o torneio levou à periferia um gás a mais para quem precisava.

Apoiada pela Motorola, a Copa das Favelas engajou centenas de equipes em busca de uma vaga na competição. Das 12 escolhidas para participar, um só objetivo estava à frente delas: agarrar a oportunidade de competir nacionalmente.

E no meio de tantas histórias dos jovens que jogaram o torneio, alguns se destacam pela percepção dos fatos e dos próximos passos após a Copa, como é o caso de Devyson da Silva, de 20 anos. “Foi incrível poder jogar esse evento! Gostaria que minha equipe jogasse novamente para ser a campeã. E o que eu aprendi é que com trabalho duro a gente chega onde quer. Virou uma oportunidade de poder ajudar minha família com minhas conquistas, e espero que dê tudo certo”.

Claro que no meio desse sonho para o futuro existem obstáculos, mas ter o primeiro contato com uma competição como a Copa das Favelas os deixou mais conscientes dos desafios para essa caminhada, como disse Pedro Paulo da Silva, de 19 anos. “Ser grande no cenário dos games não é nada fácil, ainda mais se tratando do Free Fire, mas creio que com muito empenho e determinação um dia eu chego lá, não só eu como minha equipe/amigos também.”

E, mais do que uma possibilidade para caminhar rumo ao desejo da profissionalização, a Copa renovou as perspectivas de muitos participantes. Daniel Jone Ferreira foi um deles, que quase desistiu de seguir jogando, mas que se reencontrou após o torneio.

“Foi muito gratificante poder participar dessa competição nova e que deu muitas oportunidades pro pessoal de comunidade. Aprendi sempre acreditar nos seus sonhos, que um dia você pode jogar um campeonato grande e que tudo é no seu tempo. Antes de surgir a chance de participar eu estava querendo parar de jogar. Aí veio a Copa das Favelas e me animou para não desistir”, disse o garoto de 21 anos.

É isso que movimenta a vontade de construir esse tipo de oportunidades, as levando para pessoas de todos os lugares, principalmente aqueles que abrigam menos chances de seguir uma carreira como essa. Da Copa das Favelas, mais histórias contam um pouco da importância de sua realização e o seu impacto positivo entre quem conseguiu participar. Aqui você encontra algumas dessas histórias.

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