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Roteiro motofã: a reconexão com o Recife Antigo


Escrito por Motorola

Demos um rolê com Julia Ramires, que nos apresentou seus lugares preferidos da cidade

Julia Ramires, de 29 anos, é nascida em Recife e mora há sete anos no Rio de Janeiro. Mas ao menos uma vez ao ano ela viaja à capital pernambucana para se reconectar com sua família, amigos e também com a cidade.

O Hello Moto acompanhou a motofã, dona de um moto g⁵, em um passeio para conhecer seus lugares preferidos do Recife. Professora e atriz, com mestrado completo em educação pela UERJ e doutorado em andamento na Universidad Nacional de La Plata, Julia nunca se esquece de suas raízes, e quando está no Rio de Janeiro faz questão de lembrar a todos de sua origem nordestina.

Julia Ramires faz uma selfie com um moto g⁵ pelas ruas do Recife Antigo.

Quando retorna à sua cidade natal, seus lugares preferidos para se sentir conectada com Recife é a Oficina Cerâmica Francisco Brennand e o Recife Antigo. “O Atelier de Brennand, por causa das artes plásticas, e o Recife Antigo, porque ele também tem essa arte e está reunindo todo a cultura que é a parte com a qual eu mais me sinto conectada com a cidade”, conta.

“Aqui tem o Paço do Frevo, tem a Torre Malakoff, que eu tenho lembranças boas de eventos que sempre fui. E tem o Cais do Sertão também, que é um museu que fala muito das raízes nordestinas”.

Na Rua do Bom Jesus, Julia conta que é possível ver os bonecos gigantes, símbolos do carnaval pernambucano, em diversos espaços, e na Rua da Moeda há uma estátua do Chico Science, que a fez lembrar da música e cultura de Pernambuco.

O lugar que a motofã escolheu para nos levar foi a lanchonete As Galerias, estabelecimento com quase cem anos de tradição e que se tornou um patrimônio histórico da cidade. “No As Galerias a gente pode tomar um maltado e comer um bolo de rolo que é muito tradicional e muito específico de Pernambuco, com imagens antigas que me remetem a um passado que é ancestral meu”.

Julia conta que quando sai com os amigos ou com a família consegue usar seu aparelho, um moto g⁵, com equilíbrio, sem deixar que ele atrapalhe o rolê: “O que eu tento fazer é chegar no lugar, tirar as fotos com quem eu quero ou do que eu quero e depois guardar o smartphone na bolsa e tentar não usar mais depois”.

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