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Nos bastidores do Moto Z e dos Moto Snaps


Escrito por Motorola

Veja nossa entrevista com Ricardo Meneses, mebro do Departamento de Design & Experiência do Consumidor que acompanhpu de pertos os processos de chegada do Moto Z e Moto Snaps no Brasil.

Com o Moto Z e os Moto Snaps, a Moto entra em uma nova fase da tecnologia móvel. Nós até já falamos por aqui de todos os recursos e novidades dos produtos, mas você sabe como eles foram desenvolvidos? Quem está por trás de tudo isso? Ou como aconteceu a participação do Brasil em um projeto de dimensão global?

Para trazer todas essas informações em primeira mão para a Comunidade Moto, conversamos com o designer Ricardo Meneses, que participou de perto desse processo, que envolveu design, engenharia e muita inovação.

Meneses nasceu no Chile, viveu no Brasil por nove anos para se dedicar aos estudos,  mudou-se para Chicago e agora está de volta ao País para integrar o CXD (ou Departamento de Design & Experiência do Consumidor) da Moto.

Ele conta que, aqui no Brasil, o CXD foi responsável por amadurecer o projeto do Moto Z e dos Snaps. Para isso, o time analisou tendências e fez inúmeras pesquisas com os consumidores, tendo papel fundamental na hora de decidir se as cores dos produtos realmente funcionavam no mercado brasileiro.

Ricardo Menezes, do CXD

Ricardo trabalhou diretamente com o desenvolvimento do Moto Snap Hasselblad True Zoom, que potencializa a experiência de imagem do Moto Z com um zoom poderoso. O Snap, inclusive, já se tornou seu favorito: “Foi um projeto muito dinâmico, desde o primeiro desenho até o protótipo em 3D que vai para a engenharia. Além disso, foi uma experiência especial para mim porque gosto muito de fotografia, e a Hasselblad tem uma história marcante por trás disso”, ele explica.

Com tanta experiência na bagagem, ele faz até parecer simples o desenvolvimento de produtos pioneiros como esses. Mas o designer garante que enfrentou alguns bons desafios: “Para o Moto Z, com certeza, o mais difícil foi transformar essa tecnologia criada pela engenharia em algo visualmente bonito e que despertasse desejo nas pessoas. Simplificar ao máximo a experiência da tecnologia modular.”

Quanto à participação dos brasileiros na criação de seus próprios Snaps, Ricardo não contém a empolgação: “Tive a oportunidade de ouvir várias pessoas e muitas ideias interessantes. Com isso, acho que a gente vai conseguir desenvolver muita coisa legal no Brasil para o mundo inteiro. Aqui temos um ‘algo a mais’, que tem a ver com atitude, com a maneira pela qual enxergamos as coisas… Estou muito ansioso para dar continuidade a este projeto”, fecha.

 

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