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Passeio para os amantes de antiguidades em Porto Alegre


Escrito por Motorola

Porto Alegre tem um endereço imperdível para quem gosta de garimpar antiguidades. 

Fomos conhecer o Caminho dos Antiquários, feira a céu aberto que ocorre aos sábados no Centro Histórico de Porto Alegre e que, durante a semana, abriga lojas dedicadas ao comércio permanente de móveis antigos, pratarias, louças de cristal e raridades colecionáveis que garantem a nostalgia — e a diversão — do passeio.

 

Artigos de variados preços encontram consumidores com objetivos diferentes
Artigos de variados preços encontram consumidores com objetivos diferentes

 

A tradição dos antiquários no Centro Histórico de Porto Alegre teve início em 1980, quando o primeiro brique da capital gaúcha, chamado ‘Ao Belchior’, instalou-se na rua da Praia — atual Rua dos Andradas, uma das principais vias do centro. Mais tarde, o brique mudou-se para a rua Marechal Floriano Peixoto, parte mais baixa do bairro. Ali o brique ficou e, aos poucos, foram abrindo mais e mais lojas de usados e antiguidades ao lado. Assim, a quadra da Marechal entre as ruas Demétrio Ribeiro e Fernando Machado ficou caracterizada como a “rua dos antiquários”.

 

Objetos que marcaram gerações
Objetos que marcaram gerações

 

São cerca de dez lojas onde se encontra objetos que contam a história de outras épocas, e que podem custar de R$ 1,00 a mais de R$ 100 mil.

 

Ao Belchior inspirou as demais lojas da Marechal Floriano
Ao Belchior inspirou as demais lojas da Marechal Floriano

 

Aos sábados, das 10h às 15h30, acontece a ‘Feira do Caminho dos Antiquários’: a quadra inteira é fechada para que as lojas e comerciantes independentes exponham seus produtos no meio da rua, e a feira se estende até a Praça Daltro Filho.

 

A Praça Daltro Filho fica na descida da rua Marechal Floriano
A Praça Daltro Filho fica na descida da rua Marechal Floriano

 

“Nós tínhamos uma banca ali na praça, desde que começou a feira de antiguidades, em 2004. Depois, a prefeitura se engajou em criar oficialmente o Caminho dos Antiquários”, conta Jorge Odero, que hoje possui loja própria na rua dos antiquários. “Trabalhar neste ramo nos leva a aprender muitas coisas sobre o passado e sobre as pessoas. Tem muitos objetos que eram realmente úteis e com o tempo perderam sua utilidade. E tem muitas pessoas que colecionam de tudo. Desde selos até estátuas de galinha”, diverte-se.

Veja também: Cinco livrarias pequenas para morrer de amores por Porto Alegre.

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